Caso suspeito de hantavírus é investigado pela SES em Campo Grande

Estado não registra casos confirmados desde 2019

Mato Grosso do Sul registra um caso suspeito de hantavírus em investigação, conforme nota divulgada nesta terça-feira (12) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Estado não registra casos confirmados desde 2019 e mantém monitoramento epidemiológico e protocolos permanentes de resposta. (Foto: Divulgação/SES)
Estado não registra casos confirmados desde 2019 e mantém monitoramento epidemiológico e protocolos permanentes de resposta. (Foto: Divulgação/SES)

Segundo a SES, o plano estadual de contingência para desastres provocados por chuvas intensas inclui a hantavirose entre os agravos prioritários monitorados pela vigilância estadual.

Mato Grosso do Sul não registra casos confirmados desde 2019, e o caso investigado é um paciente que eu entrada como caso suspeito de Leptospirose, mas o protocolo determina que sejam feitos exames relacionados a outras doenças com sintomas parecidos.

Os maiores registros da doença estão nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país, principalmente em áreas rurais e em atividades ligadas à agricultura, conforme os manuais do Ministério da Saúde.

Além disso, trabalhadores rurais e profissionais envolvidos na limpeza de depósitos, silos, galpões e ambientes fechados estão entre os grupos mais expostos.

Os sintomas iniciais da doença podem incluir febre, dores musculares, dor abdominal, cansaço intenso, náuseas e vômitos. Em casos graves, a hantavirose pode evoluir rapidamente para comprometimento pulmonar e cardiovascular, exigindo atendimento médico imediato.

Medidas preventivas

Conforme a SES, a orientação é evitar acúmulo de lixo, entulhos e restos de alimentos; armazenar grãos e rações em recipientes fechados; vedar frestas em residências e depósitos; e realizar limpeza de ambientes fechados somente após ventilação mínima de 30 minutos.

Também é recomendado não varrer locais com sinais de roedores, utilizando pano úmido e solução desinfectante para evitar a formação de aerossóis contaminados.

Além de situações de risco ocupacional, a SES orienta o uso de equipamentos de proteção individual, como máscaras PFF3, luvas, avental e óculos de proteção.

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