Com morcego positivo para raiva, CCZ faz força-tarefa em Campo Grande
Vacinação e orientação fazem parte do trabalho com moradores da região do bairro Amambaí
Começou nesta segunda-feira (24), uma força-tarefa da equipe da CCZ (Coordenadoria de Controle Zoonoses) para ação de bloqueio da raiva, após Campo Grande registrar o sexto caso de morcego positivo para a doença.

Os esforços foram concentrados na região do bairro Amambaí. A barreira sanitária consiste em vacinar animais ainda sem imunização, além da orientação dos moradores quanto aos cuidados necessários para prevenção.
De acordo com a médica veterinária Cláudia Macedo, coordenadora da CCZ, a vacinação é a única forma de proteger os animais. Lembrando que a doença é incurável, fatal em 100% dos casos e pode contaminar os seres humanos.
“A raiva é letal aos humanos e o vírus pode ser transmitido a partir da mordida, lambidas ou machucados causados por mamíferos contaminados, incluindo morcegos, cães e gatos”.
Atenção
Caso seja encontrado um morcego em casa ou no quintal, seja vio ou morto, deve isolar o animal com um pano, balde ou caixa e imediatamente entrar em contato com a CCZ por telefone.
É preponderante que os pets fiquem longe para que não haja transmissão. Eles devem ser vacinados anualmente. Na hipótese de um ser humano ser mordido pelo morcego deve procurar, imediatamente, a unidade de pronto atendimento mais próxima.
Dados
A campanha de vacinação deste ano teve início na semana passada, sendo a meta imunizar 80% da população de gatos e cachorros, hoje estimada em 287.768 animais. A imunização é totalmente gratuita e aplicada em bichinhos com mais de três meses de idade e saudáveis.
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Para atualizar o número de animais domésticos na Capital, concomitante à vacinação, as equipes farão novo censo. As sete regiões da cidade serão visitadas. Se o tutor não estiver em casa no momento em que a equipe passar, um recado será deixado para que ele leve o pet até a CCZ.
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