Ministério da Saúde determina dose zero da vacina contra rubéola em MS
O órgão enviou nota técnica para as Secretarias Estaduais de Saúde de quatro estados informando a retomada da dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses
Um suposto caso de rubéola na cidade de Trindad, na Bolívia, foi o suficiente para levantar a preocupação do Ministério da Saúde sobre a doença. O órgão enviou nota técnica para as Secretarias Estaduais de Saúde de quatro estados informando a retomada da dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses.

Os estados que receberam a nota técnica foram: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre e Rondônia. Em MS, a SES (Secretaria Estadual de Saúde) afirmou que tem doses suficientes para o atender o público e que deverá receber a dose zero em breve.
A vacina contra a rubéola (tríplice viral) é aplicada normalmente em crianças de 12 meses. Já em relação a dose zero, o programa reforça sobre a introdução de uma dose extra antes da aplicação usual, conforme explicou a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações.
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A coordenação ainda orientou que todas as crianças entre seis e 11 meses deverão receber a dose zero da vacina tríplice viral. A mesma não deverá ser contabilizada para a vacinação de rotina. A criança tomará a dose zero e a dose um. Depois de 15 meses, ela deverá manter a caderneta de vacinação com a dose tetraviral (ou D2 de tríplice viral + varicela monovalente).
O Ministério da Saúde optou por tomar essa decisão após a notificação de um caso de rubéola registrado na Bolívia.
Em nota, a SES de Mato Grosso do Sul comunicou a retomada:
“O Ministério da Saúde comunicou ao Estado de Mato Grosso do Sul quanto a situação da rubéola, e rumor de caso da doença no município de Trinidad na Bolívia. Assim, para evitar a reintrodução do vírus da rubéola no país, e visando proteger a população, o Ministério da Saúde autorizou a Secretaria de Estado de Saúde a informa aos municípios a retomada da dose zero da vacina tríplice viral para crianças de seis a 11 meses de idade. A SES/MS esclarece que o Ministério da Saúde informará oportunamente quando a dose zero deverá ser interrompida nos estados que fazem fronteira com a Bolívia”.
Casos
O último caso endêmico de rubéola foi registrado em 2008. Em 2015, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a declaração de área livre da circulação do vírus da rubéola.
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