Prótese de silicone da apresentadora Márcia Goldschmidt estourou; entenda
Por meio de suas redes sociais, a apresentadora Márcia Goldschmidt revelou que descobriu problemas no seu silicone ao realizar exames de rotina na Espanha.
A apresentadora Márcia Goldschmidt fez um alerta às mulheres nesta quarta-feira (26) em suas redes sociais. Vivendo na Espanha, Márcia disse que voltará às pressas para o Brasil pois terá que fazer uma cirurgia de emergência no seio.
Ela tem prótese de silicone e, do lado esquerdo, houve um rompimento, mas sem nenhum sintoma.
Ver essa foto no Instagram
“Eu faço controle muito estrito da minha mama, tem ano que eu faço ressonância, mamografia e a cada seis meses eu faço ultrassom. Então, há seis meses, eu fiz ressonância magnética e estava tudo ok. No entanto, eu tive que fazer ultrassom seis meses depois, que foi agora, e o que eu descobri? Presta atenção mulherada, alerta: eu descobri que a minha prótese de silicone rompeu, a prótese do lado esquerdo. E eu não sinto nada, não percebo nada”, detalhou.

Segundo ela, apesar do susto, a prótese se rompeu mas não vazou pelo corpo. Os exames de rotina detectaram o problema a tempo, antes que maiores complicações acontecessem.
“Você que tem prótese de silicone, não deixe de pelo menos uma vez por ano, fazer um ultrassom, não dói e é rapidinho. E eu não vou dizer para vocês para apalpar, porque apalpando eu não sinto nada. Gente, é perigoso, vamos cuidar. Isso acontece em 10% dos casos, é pouco, mas pode ser que você seja premiada”.
O que diz o especialista em prótese de silicone
Fabrício Lucena é cirurgião plástico em Cuiabá e explicou ao Primeira Página que há riscos de próteses de silicone se romperam, no entanto, as chances são muito baixas.
Segundo ele, as próteses possuem uma cápsula e o interior é preenchido com o gel de silicone.
No passado, esse gel seria mais líquido, e quando estourava existia mais riscos de se deslocar e ser absorvido. Hoje, o gel que preenche as próteses seria mais firme, diminuindo o risco de deslocamento pelo corpo da paciente.

“Pacientes que têm próteses mais antigas, por exemplo, há 20 anos, têm mais probabilidade de romper do que as mais atuais. Mas, eventualmente, operamos pacientes com próteses nas mamas e que tem essas rupturas. O gel fica, normalmente, contido dentro da cápsula que o próprio corpo produz em volta da prótese e por isso não apresentam sintomas nenhum nas pacientes”.
O que pode acontecer, conforme o médico, é o vazamento induzir a um processo inflamatório, além de essa cápsula em volta da prótese se espessar e se contrair, o que altera a forma da mama, podendo deixá-la mais rígida e causar dor.
“Ao se romper, não aumenta risco de câncer, por exemplo, mas pode induzir a uma contratura capsular”, completou.
Leia mais
Mais lidas - 1 CRM-MT apura atendimento a jovem que teve larvas em ferida após cirurgia em Várzea Grande
- 2 Larvas saem de braço de adolescente internado após cirurgia em Várzea Grande, diz família
- 3 Unimed Cuiabá abre inscrições para programa de combate ao tabagismo
- 4 MT é o 1º do Brasil a usar máquina que substitui coração e pulmão em cirurgias
- 5 Explosão de casos de hanseníase coloca Mato Grosso em estado de alerta
- 1 CRM-MT apura atendimento a jovem que teve larvas em ferida após cirurgia em Várzea Grande
- 2 Larvas saem de braço de adolescente internado após cirurgia em Várzea Grande, diz família
- 3 Unimed Cuiabá abre inscrições para programa de combate ao tabagismo
- 4 MT é o 1º do Brasil a usar máquina que substitui coração e pulmão em cirurgias
- 5 Explosão de casos de hanseníase coloca Mato Grosso em estado de alerta