Trabalhadores da saúde entram em greve no Hospital Universitário
Profissionais da área médica e assistencial da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) do Hospital Universitário (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian), em Campo Grande, estão em greve. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores que representa os funcionários, a intenção é cobrar melhorias para o setor, principalmente correção salarial.

Com faixa e balões, grupo se concentrou em frente ao hospital, às 7h30 desta segunda-feira (26). Cerca de 40% do efetivo de enfermeiros, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, entre outros, aderiram ao movimento.
“Nós realizamos uma escala de trabalho e não tem uma duração mínima, vamos permanecer em greve até o governo negociar com a gente”, explicou Wesley Cácio Goully, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores.
Entre as exigências, os profissionais pedem ao menos a correção salarial com base na inflação dos últimos quatro anos, o que representa um aumento de aproximadamente 24%.
Na semana passada, os trabalhadores do HU já haviam sinalizado a possibilidade de greve. “Tivemos uma paralisação no dia 21, mas nada foi feito para negociar com os trabalhadores”, ressaltou Wesley.
O HU se pronunciou em nota:
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) informa aos empregados que a relatora do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST),ministra Delaíde Alves Miranda Arantes, determinou o percentual mínimo de manutenção de trabalhadores, em seus respectivos locais de trabalho, na base de 50% (cinquenta por cento) em cada área administrativa e de 60% (sessenta por cento) para cada área médica e assistencial, sob pena de multa diária de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), em caso de descumprimento.
É importante acrescentar que, com o início das manifestações, fica ainda mais clara a vontade dos empregados, semelhante à da Ebserh, em uma resolução rápida para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Diante do impasse nas negociações, a Ebserh peticionou no dia 10 de agosto, no próprio TST, pedido para análise dos ACT’s em curso, requerendo o julgamento imediato do dissídio coletivo, inclusive quanto aos ACTs em aberto.

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