Alvo da PF em Cuiabá compartilhava material de abuso infantil com SP pelo WhatsApp
Durante o cumprimento da ordem, os agentes apreenderam aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos que serão periciados. O material recolhido servirá para identificar a extensão da participação do suspeito.
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) uma operação em Cuiabá para desarticular a atuação de pessoas envolvidas no armazenamento e na circulação de material de abuso sexual contra crianças e adolescentes, em uma investigação que apura o compartilhamento desse tipo de conteúdo por meio de aplicativos de mensagens.
A ação no estado é um desdobramento de uma operação iniciada em São Paulo, onde os investigadores identificaram a existência de um grupo organizado que trocava arquivos ilícitos de forma recorrente. A partir do rastreamento das comunicações digitais, a polícia chegou até um suspeito residente na capital mato-grossense, o que levou à expedição de mandado judicial para busca e apreensão.

Durante o cumprimento da ordem, os agentes apreenderam aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos que serão periciados. O material recolhido servirá para identificar a extensão da participação do suspeito, possíveis vítimas e outros integrantes da rede.
O investigado pode responder por crimes relacionados ao armazenamento, à distribuição e à eventual produção de material de abuso sexual infantojuvenil, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Além da repressão penal, a Polícia Federal reforçou o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de acompanhar de perto a vida digital de crianças e adolescentes. A orientação é que haja diálogo constante sobre o uso de redes sociais, jogos online e aplicativos de mensagens, além de atenção a sinais de alerta como mudanças bruscas de comportamento, isolamento excessivo ou segredo incomum em relação ao uso de celulares e computadores.

A PF também destaca que crianças e adolescentes devem ser orientados a reconhecer abordagens inadequadas no ambiente virtual e a procurar ajuda imediatamente diante de qualquer situação suspeita. Segundo a instituição, informação, vigilância e diálogo continuam sendo as principais ferramentas para prevenir esse tipo de violência e proteger as vítimas.
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