"Avatar" mantinha fábrica de drogas em Campo Grande e reagiu à prisão
Mulher que seria namorada de Anderson, morto em confronto, nesta segunda, foi presa por tráfico; ele era procurado por homicídio no Acre e integrava facção
Foragido do Acre, Anderson da Silva Chagas, de 33 anos, o “Avatar”, morava com a namorada em um apartamento na rua Pitangueira, no Jardim Inapolis, e ocupava um segundo imóvel no mesmo condomínio, onde funcionava uma espécie de fábrica de drogas. Foi no endereço que o suspeito de cometer homicídio acabou morto em confronto com policiais civis, na manhã desta segunda-feira (8).
Uma mulher, de 29 anos, que estava com Avatar, também conhecido por “Monstro”, foi presa em flagrante por tráfico de drogas. Tudo indica que os dois namoravam e viviam juntos no local.

De acordo com o delegado Carlos Delano, da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio), o segundo apartamento, possivelmente, era alugado.
“Não tinha nada no local, só uma geladeira para a maconha não desidratar e uma cama”.
Porções prontas para venda e outras ainda “in natura” da droga foram apreendidas. Além disso, equipamentos usados no para venda do entorpecente também foram encontrados.
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Perigoso
De Rio Branco (AC), “Avatar” era chamado assim por ter tatuado de azul a parte branca dos olhos. Era tido como uma liderança conhecida de grupo criminoso que atua em todo o país, sendo um dos principais nomes da facção na região norte.
Respondendo por homicídio, ele estava vivendo em Campo Grande e reagiu à tentativa de policiais da DEH de cumprir mandado de prisão, nesta segunda. Ainda segundo apurado, ele estava dormindo e, ao ser acordado pelos policiais, fez menção de sacar. A equipe revidou e acabou baleando o suspeito.
Ferido, foi levado pelos próprios policiais até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida, onde morreu.
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