Choque prende suspeito de matar corretora em Campo Grande

Ao longo da semana, três suspeitos chegaram a ser levados para a delegacia, mas foram liberados depois de prestarem depoimento

Um dos suspeitos de matar a corretora de imóveis Amalha Cristina Mariano Garcia, de 43 anos, foi preso na tarde desta sexta-feira (24) por policiais do Batalhão de Choque em Campo Grande. Detalhes da prisão ainda não foram divulgados.

Conforme apurado pela reportagem, o homem foi encontrado no Jardim Centenário.

Amalha foi encontrada morta na tarde de terça-feira (21), no porto seco da capital. Segundo a polícia, ela foi assassinada com golpes na cabeça. Ao longo da semana, três suspeitos chegaram a ser levados para a delegacia, mas foram liberados depois de prestarem depoimento.

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Logo no início das investigações, uma das principais hipóteses para o crime era de que Amalha teria sido vítima de estelionato amoroso. Um homem com que se envolveu com ela no passado chegou a ser considerado suspeito, mas depois de prestar esclarecimentos em Ponta Porã, foi solto e a linha de investigação descartada.

Nessa quinta-feira (23) o carro que ela dirigia no dia do crime, um Jeep Renegade, só foi achado na região do Indubrasil e dois moradores da casa em que ele estava foram parar na delegacia; um como suspeito e outro como testemunha. Mais uma vez, acabaram soltos depois de prestarem depoimento.

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Carro da vítima foi encontrado no Indubrasil. (Foto: Ingrid Rocha)

Várias outras pessoas foram ouvidas durante as investigações e, de acordo com a polícia, a principal hipótese era de que Amalha foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte.

Relembre o caso

O corpo de Amália foi encontrado por funcionários de uma empresa de segurança na tarde de terça-feira, em um matagal no Porto Intermodal de Cargas, na região sul de Campo Grande.

Amalha morta portoseco
Amalha era corretora de imóveis e tinha 43 anos. (Foto: Redes Sociais)

As sandálias e correntes da vítima estavam a poucos metros do local. Segundo a perícia, ela tinha um ferimento na cabeça, o que indica que foi morta com um golpe. Exames periciais devem determinar o tipo de arma usada no crime.

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Comentários (2)

  • Claudia

    Amalha com Lh meu Deus que tipo de editor faz esse jornal ?

    • Jéssica Benitez

      O nome da vítima é escrito desta forma. A reportagem seguiu o que está no documento de Amalha.