Corpo de homem enterrado como indigente por erro é transferido de cemitério

A previsão é que Jonathan seja enterrado no Nacional Parque, nas Moreninhas, às 14 horas

Depois muita espera, a família de Jonathan de Souza, finalmente, vai conseguir dar um enterro digno a ele. Isso porque saiu a autorização para o corpo ser retirado do Cemitério Santo Amaro, onde foi enterrado como indigente, para ser levado ao local escolhido pela mãe.

A informação é da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos).

Jonathan que foi enterrado como indigente
Jonathan de Souza, que foi assassinado aos 32 anos.(Foto: redes sociais)

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Segundo a secretaria, a exumação do corpo de Jonathan atende a um pedido da Sejusp (Secretária de Estado de Justiça e Segurança Pública). Em nota, a Sisep informou que o procedimento será realizado conforme as regras e com acompanhamento da Vigilância Sanitária.

“Estamos atendendo solicitação da Sejusp, que formalmente pediu a exumação para que a família possa fazer o sepultamento no cemitério onde possuem terreno e plano funerário”.

Nota da Sisep

A previsão é que Jonathan seja enterrado no Nacional Parque, nas Moreninhas, na tarde desta sexta-feira.

Entenda a história

Jonathan de Souza, de 32 anos, foi assassinado e teve o corpo carbonizado em março deste ano. Por causa disso, foi levado para o Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) como desconhecido.

Por vários dias, a família procurou por ele, mas através de uma ligação restrita que tiveram a confirmação do crime. No dia 1° de abril, a educadora social Vanuza de Souza, de 47 anos, mãe de Jonathan, foi ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) para o teste de DNA. O resultado com a confirmação da identidade só veio no dia 21 de junho.

No mesmo dia, quando achavam que, enfim, conseguiriam se despedir de Jonathan, descobriram que ele havia sido enterrado horas antes, como indigentes.

Em nota, a Coordenadoria Geral de Perícias esclareceu que cadáveres sem identificação e não reclamados por familiares, são sepultados após 60 dias. No caso de Jonathan, a informação é que mesmo com a coleta do material genético, a família não voltou.

Quanto aos culpados pela morte, ainda não há informações. O inquérito está com a DHPP (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Homicídios e Proteção à Pessoa)

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