“Doou a vida pela profissão”, relembra irmã de terapeuta vítima de acidente em restaurante
Terapeuta ocupacional morreu 23 dias após ser internada em hospital particular de Campo Grande
A família de Marise Garcia Ferreira Lima, de 42 anos, foi pega de surpresa com acidente em restaurante de Campo Grande, que tirou a vida da terapeuta ocupacional 23 dias após ela ser internada em hospital particular. Ainda muito abalados, familiares se despedem da profissional, em velório realizado nesta terça-feira (12).

“Ela foi uma pessoa incrível, uma mãe maravilhosa, amiga, irmã.. ela cuidava da minha mãe, e era uma profissional excelente. Doou a vida pela profissão”, relembra Maisa Garcia Ferreira Lima, irmã de Marise.
Amigos e colegas de trabalho também destacaram o zelo e carinho dedicado por ela aos pacientes. “Nós perdemos uma grande amiga, a terapia ocupacional perdeu uma profissional incrível, que sempre lutou pela profissão em nosso estado e vai fazer muita falta”, reforçou Renato Silva Nacer, pres. do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional MS.
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A despedida reúne familiares, amigos e colegas de trabalho em capela na avenida Ernesto Geisel, no centro de Campo Grande.
Representada por um advogado, a família destaca que medidas judiciais serão tomadas para acelerar as apurações e garantir que as medidas cabíveis sejam adotadas. “A família não esperava, após o acidente ela chegou consciente ao hospital, medidas judiciais serão tomadas, queremos que as autoridades apurem o acidente, principalmente para saber se tinham {os responsáveis pelo restaurante] todos os alvarás, por exemplo”, explicou o advogado Bruno Ramos Albuquerque.
A morte de Marise foi registrada na polícia e, até a manhã desta terça-feira, os familiares ainda não tiveram acesso aos prontuários médicos e a certidão de óbito. De acordo com o advogado, o hospital tem até dez dias úteis para fornecer as informações.
Marise, que trabalhava no Hospital Universitário, em Campo Grande, e também fazia parte do Conselho de Fisioterapia, deixa uma filha de seis anos sob os cuidados da família.
Posicionamentos
Sob o fato da família ainda não ter tido acesso ao prontuário e não ter recebido a certidão de óbito de Marise, a Unimed Campo Grande ressaltou que não repassa informações desta natureza, visando preservar a integridade de seus benificiários e de seus familiares. O restaurante não se posicionou, até o momento.
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