Irmã pede Justiça e diz que filhos de Michelli estão traumatizados
Wanessa Custódio prestou depoimento na delegacia, e disse que vai contratar advogado para que o atropelador arque com as despesas das crianças, que eram dependentes financeiramente da irmã e da mãe
A família de Michelli Alves Custódio, de 36 anos, morta no dia 13 de outubro por um motorista embrigado, diz que o perdoa mas pede Justiça pelo crime cometido e também que ele arque com as despesas dos filhos dependentes da vítima, de 8 e 10 anos. Charles de Goes Júnior, de 30 anos, está preso preventivamente.

“Não foi uma fatalidade. A partir do momento que ele estava bebendo, e que pegou aquele carro, estava propenso a acontecer algo de ruim. Infelizmente, foi minha irmã. Poderia ter sido qualquer outra pessoa, mas foi a Michelli. A gente quer Justiça, a Michelli deixou duas crianças de menor, que presenciaram todo o acontecimento. Elas estão completamente traumatizadas”, disse a irmã Wanessa Custódio.
A irmã disse na manhã desta segunda-feira (17) que Michelli e a mãe eram as únicas pessoas que sustentavam as crianças. Sendo assim, a família vai contratar um advogado para que Charles arque com as despesas.
Também nesta segunda, Victor Nunes Uchoa Cavalcanti, de 32 anos, prestou depoimento na 5ª Delegacia de Polícia Civil da capital. No dia do atropelamento, ele se jogou na frente de um carro para parar o motorista.
A Polícia Civil também ouve outros familiares e testemunhas do acidente.
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O caso
Michelli Alves Custódio, de 36 anos, morreu após ser atropelada por um carro de passeio, na madrugada desta quinta-feira (13), na região da Vila Carvalho, em Campo Grande. Ela estava com uma amiga, em frente de casa, na esquina da avenida Fábio Zahran com a rua Ouro Branco, quando um motorista embriagado atingiu as duas com o veículo.
Charles de Goes Júnior, de 30 anos, confessou em depoimento ter ingerido bebidas alcoólicas por mais de 9 horas.
O atropelador passou por audiência de custódia, na última sexta-feira (14), quando teve o flagrante convertido em prisão preventiva. Ele alegou que o pneu do carro estourou, fazendo com que ele perdesse a direção do veículo e que, por isso, subiu com o carro na calçada, atropelando as vítimas. Porém, a versão é contestada pela Polícia Civil.
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