Justiça mantém preso cúmplice de assassinato de personal trainer em Várzea Grande
A decisão foi tomada durante audiência de custódia nesta quarta-feira (1º) pelo juiz Pirro de Faria Mendes, que entendeu não haver elementos novos para revogar a prisão temporária. “
A Justiça decidiu manter preso Vitor Hugo Oliveira da Silva, 23 anos, acusado de pilotar a moto usada no assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, 33, ocorrido em Várzea Grande no dia 11 de setembro.

A decisão foi tomada durante audiência de custódia nesta quarta-feira (1º) pelo juiz Pirro de Faria Mendes, que entendeu não haver elementos novos para revogar a prisão temporária. “Mantenho a prisão temporária do custodiado, por não se constatar a existência de fatos novos aptos a ensejar sua revogação, tampouco elementos que evidenciem a suficiência ou adequação da substituição por medidas cautelares diversas”, diz trecho do despacho proferido na tarde desta quarta-feira (1).
Detido na BR-070, quando tentava fugir em direção a Cáceres, Vitor Hugo confessou à Polícia Civil que conduzia a motocicleta no momento do crime, mas alegou desconhecer que se tratava de uma execução. Em depoimento na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ele disse que o policial militar Raylton Mourão, o procurou dizendo que precisava de sua ajuda para capinar, e lhe adiantou a quantia de R$ 180.

O comparsa relatou que percebeu a gravidade da situação já durante a ação, mas seguiu adiante temendo ser morto caso desobedecesse o policial.
O soldado, apontado como principal suspeito do crime, se entregou no dia 21 de setembro no 1º Batalhão da Polícia Militar, onde estava lotado. Na oportunidade, ele confessou o crime.
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A esposa do militar, Aline Valandro Kounz, chegou a ter prisão decretada, mas foi liberada após a polícia descartar a participação direta dela no crime. Segundo a investigação, ela fugiu apenas a pedido do marido.

O crime
Rozeli foi assassinada ao sair de casa, no bairro Cohab Canelas, a caminho da academia onde trabalhava. Câmeras de segurança registraram a aproximação da moto e os disparos efetuados por Raylton, que estava na garupa. A vítima morreu ainda no local.

As investigações apontam que a motivação pode estar ligada a uma ação judicial movida por Rozeli contra Raylton e sua esposa, em decorrência de um acidente de trânsito. O processo buscava indenização de cerca de R$ 24,6 mil.
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