Motorista de Porsche foi à 3ªDP acompanhado de ex-delegado-geral da PCMS
Nome do motorista não foi divulgado. Ele é empresário e o carro está no nome do pai dele
O motorista do Porsche Cayenne envolvido na morte do motoentregador Hudson de Oliveira Ferreira, ocorrida em um acidente no dia 22 de março, em Campo Grande, foi à delegacia acompanhado de uma banca de advogados.

Segundo apurado pelo Primeira Página, é um empresário, cuja identificação não foi divulgada. O veículo de luxo está registrado no nome do pai dele.
No grupo de profissionais do Direito que foi à delegacia acompanhar o empresário estava o ex-delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Marcelo Vargas, que agora trabalha como advogado, depois de se aposentar.
Procurado, Vargas disse que não era ele o defensor e sim Nicolla Scaffa. Indagado sobre o motivo para estar junto ao grupo, disse apenas que é advogado e enviou o número de seu registro na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)
Foi feito contato com Nicolla Scaffa, advogado, por meio de mensagem de aplicativo e ligação. Ele informou que vai se pronunciar ainda.
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A 3ª Delegacia de Polícia Civil vai dar detalhes do caso em coletiva na tarde desta sexta-feira. Por enquanto, só se sabe que o motorista se apresentou, prestou depoimento, foi indiciado e responderá em liberdade pelo homicídio no trânsito.
Não houve divulgação do nome, em atendimento à lei do abuso de autoridade, que veda o fornecimento desse tipo de informação pela polícia.
O Porsche Cayenne foi apreendido. O veículo chegou na delegacia pouco depois do meio-dia. Foi possível ver a avaria numa das laterais, decorrente da batida na motocicleta pilotada pela vítima, ocorrida na noite de 22 de março, na rua Antônio Maria Coelho.
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Comentários (2)
Agora ele, leva toda a tropa de elite conhecida, mas não foi capaz de parar para socorrer o que ele atropelou, pq não foi batida, literalmente ele passou pelo moto entregador, provavelmente vinha apoiando o carro que aparece na imagem e pára para atender o Hudson. Ele pelo jeito e bem sabedor de conhecimentos, e sabia do risco que assumiu ao acelerar daquela maneira e tirar a vida de algy, o sinistro está no excesso de confiança. Espero que pelo menos tenha a decência de ajudar a família do rapaz para todo o sempre e não somente como se fazem, pagam uma pequena quantia, quando pagam e pronto… E que lhe pese a consciência para o resto da vida.
A justiça fazendo injustiça,esse é o Brasil do Brasil ??????????