PM suspeito de matar personal trainer se entrega à polícia; esposa ainda é procurada
O militar se apresentou no 1º Batalhão, onde é lotado, por volta das 14h e deve ser ouvido ainda nesta segunda-feira (22) pelo delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O soldado da Polícia Militar Raylton Duarte Mourão, investigado pela morte da personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, de 38 anos, se entregou na tarde deste domingo (21). O militar se apresentou no 1º Batalhão, onde é lotado, por volta das 14h e deve ser ouvido ainda nesta segunda-feira (22) pelo delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Já a esposa do policial, a farmacêutica Aline Valandro Kounz, permanece foragida. Contra ela e Raylton há mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça desde a última segunda-feira (15).

O crime
Rozeli foi assassinada no dia 11 de setembro, no bairro Cohab Canelas, em Várzea Grande. Câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens em uma motocicleta se aproximaram do carro da vítima. O garupa efetuou cerca de seis disparos, sem dar chance de defesa.
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Na manhã do crime, Rozeli saía de casa para a academia onde trabalhava. Ela deixou dois filhos, de 6 e 12 anos, que estavam dormindo no momento da execução. O marido, caminhoneiro, estava em viagem para o município de Sorriso.
As investigações
Segundo a Polícia Civil, o casal é alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos no dia 13, quando os agentes encontraram apenas a arma funcional do PM. Na ocasião, foi constatado ainda que o sistema de câmeras da residência havia sido retirado.
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Aline desapareceu logo após deixar o trabalho às pressas, no mesmo dia da operação. Desde então, não foi mais localizada.
As investigações apontam que a motivação do crime pode estar ligada a um processo judicial que envolvia Rozeli e Raylton. A personal acionou a Justiça após um acidente de trânsito com um caminhão de uma empresa de distribuição de água supostamente ligada ao militar. A audiência estava marcada para a semana seguinte ao assassinato.

Ameaças e linha de investigação
Familiares da vítima relataram que Rozeli vinha recebendo ameaças indiretas antes de ser executada. A Polícia Civil apura não apenas o possível envolvimento do soldado na execução, mas também a identidade dos segundo homem que aparecem nas imagens de segurança cometendo o crime.
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