PM vira réu por balear cliente em bar de Campo Grande
Guilherme Santos Farias, de 30 anos, está preso desde março
A Justiça ouviu nesta segunda-feira (13), o cliente do bar que foi alvo de disparo efetuados pelo policial militar Guilherme Santos Farias, de 29 anos, durante confusão em março deste ano.

Outras 5 testemunhas também prestaram depoimento, incluindo a esposa da vítima. O teor dos depoimentos não foi divulgado.
A partir de agora, resta às partes apresentarem as alegações finais. Por fim, o juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e responsável pelo caso, decide se o policial vai a júri ou não pela tentativa de homicídio.
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O caso
A confusão ocorreu na noite do dia 21 de março, no bar localizado no bairro Santo Antônio quando o policial, que é lotado no Batalhão de Choque da Polícia Militar e outros quatro militares que estavam à paisana, começaram a importunar os clientes.
O incômodo generalizado culminou na confusão envolvendo o PM e a vítima, Dernival Gomes de Souza, de 34 anos, que foi baleado.
Ao ser ouvido pela equipe do Choque, que esteve no local primeiramente, o soldado disse que o disparo contra Dernival Gomes de Souza foi acidental, em meio à confusão no bar.
Disse que não teve a intenção de ferir a vítima. Segundo ele, o disparo acidental no momento em que a esposa de Dernival tentou segurar a arma do PM. A mulher confirmou ter tentado conter a briga.
Guilherme segue encarcerado no Presídio Militar, desde então. Já os colegas dele foram transferidos para unidades do interior.
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Comentários (1)
Tem que exonerar todos eles. São bandidos travestidos de policiais, já entraram na corporação pra fazerem arruaças por conta da função que ocupam. Logo componentes do garras uma equipe de respeito não pode ter em seus quadros membros delinquentes.