Policial paraguaio é morto com 20 tiros na fronteira de MS
Secundino Cañiza era chefe da 6ª Subcomissária da Colônia Guavirá, no distrito de Cerro Corá, que faz fronteira com Bela Vista, em MS
Um policial paraguaio foi morto a tiros na noite dessa quinta-feira (22) em Pedro Juan Caballero, cidade que faz fronteira com Ponta Porã – município sul-mato-grossense que fica a 295 quilômetros de Campo Grande. Secundino Cañiza, de 46 anos, era suboficial e foi executado em frente a casa que morava.

Crime aconteceu nessa quinta-feira, dia 21 de julho, na frente da casa da vítima, no bairro de San Blas, que fica a poucos quilômetros da linha de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan. Segundo testemunhas, os pistoleiros se aproximaram do suboficial da Polícia Nacional do Paraguai e dispararam pelo menos 20 vezes.
O policial chegou a ser levado para o Hospital Viva a Vida, mas não resistiu. Secundino Cañiza era chefe da 6ª Subcomissária da Colônia Guavirá, no distrito de Cerro Corá, que faz fronteira com Bela Vista, no Mato Grosso do Sul.
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Atentados
Esse não é o primeiro ataque a autoridades na fronteira das cidades gêmeas. Em maio deste ano, o prefeito de Pedro Juan Caballero, José Carlos Acevedo, 53 anos, foi ferido a tiros enquanto saia do paço municipal. Ele chegou a ser socorrido, passou dias internado, mas não resistiu.
No mesmo mês, o promotor paraguaio Marcelo Pecci, de 46 anos, foi morto a tiros em uma praia da Colômbia, enquanto aproveita a lua de mel com a esposa grávida. Ele atuou em casos emblemáticos na fronteira entre Brasil e Paraguai, como a prisão de Ronaldinho Gaúcho e a chacina que matou a filha do governador de Amambay, Haylee Carolina Acevedo Yunis – executada em outubro de 2021.
Na quarta-feira, 20 de julho, o advogado paraguaio Daniel Montenegro dirigia pelas ruas de Pedro Juan quando foi alcançado por dois motociclistas. Os homens sacaram pistola e apontaram para o carro, um Fiat Uno. Por algum motivo, no entanto, não houve disparo. Para a polícia, a arma emperrada.
Toda a cena foi gravada por câmeras de segurança.
Os casos são investigados pela Polícia Nacional do Paraguai.
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