Santa Casa de Corumbá confirma morte de homem que matou Grazi
Edmilson Veríssimo Reis, de 33 anos, que matou a companheira Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28, na última terça-feira (21), em Corumbá, município a 446 quilômetros de Campo Grande, morreu nesta segunda-feira (27), na Santa Casa da cidade. O homem havia atirado contra a própria cabeça quando estava cercado por policiais e corria risco de morte cerebral.

Segundo o comunicado do hospital, Edmilson estava internado desde quarta (22) e foi a óbito às 6h50 desta segunda. Devido ao tiro na própria cabeça, ele foi intubado logo que deu entrada ao local.
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“Desde sua internação, o Sr. Edmilson apresentava sinais iminentes de morte encefálica, e permaneceu sem sedação, em coma, respirando com suporte de aparelho de ventilação mecânica e com necessidade de medicação para manter pressão arterial minimamente adequada”, diz o comunicado da Santa Casa de Corumbá.
O estado de saúde do homem era acompanhado de perto pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), unidade responsável pela investigação do crime.
Feminicídio
Grazi e Edmilson viviam um relacionamento tumultuado, marcado por ciúmes e brigas. Em março deste ano, a mulher foi agredida pelo companheiro e procurou a polícia. Nessa época, uma medida protetiva que proibia o suspeito de chegar perto foi determinada pela justiça, mas a separação não durou muito.
Na noite de terça-feira (21) os dois saíram para jantar. Foram até um restaurante no centro de Corumbá e por volta das 23 horas voltaram para a casa de Edmilson. Assim que chegaram, as agressões que resultaram na morte da jovem, começaram.

Depois de matar a companheira, o suspeito ligou para amigos e contou sobre o crime. Eles foram ao local e chamaram a polícia. Toda essa movimentação e os últimos passos da Grazi ao lado de Edmilson, foram registrados por câmeras de segurança. A polícia teve acesso aos vídeos e foi por eles que descobriu a hora que a vítima foi assassinada.
Do momento em que chegaram em casa até Edmilson fugir, foram 25 minutos de violência e tortura. Grazielly foi deixada já sem vida, sentada no sofá, em meio a muito sangue, com várias perfurações pelo corpo e o cabelo cortado. O celular dela foi quebrado e vários documentos rasgados. Tudo isso foi largado no chão, em meio a garrafas estilhaçadas.
Edmilson foi encontrado pelos policiais na tarde do mesmo dia em uma casa da parte alta da cidade, mas ao perceber as equipes, atirou contra a própria cabeça. Ele foi levado imediatamente para o hospital.

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