Viu um dos criminosos procurados de MS? Saiba como denunciar

Sete criminosos estão na lista divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

Desde a divulgação da nova plataforma do Programa Captura, oito criminosos de Mato Grosso do Sul voltaram a ser destaque e ganharam status de mais procurados do estado. Quem tiver informações sobre o paradeiro de qualquer um dos suspeitos, pode denunciar as autoridades de forma anônima e segura.

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Foragidos de MS

Em Mato Grosso do Sul, o Ministério Público disponibiliza quatro meios de comunicação com a Ouvidoria:

  • Telefone: Ligue para o número 127 para falar diretamente com a Ouvidoria.
  • E-mail: Envie sua denúncia ou manifestação para ouvidoria@mpms.mp.br.
  • Portal do MPMS: Utilize o formulário online disponível no portal da Ouvidoria do MPMS.
  • Atendimento presencial: De segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, na Av. Ricardo Brandão, 232, bairro Itanhangá Park, Campo Grande/MS, ou nas sedes das Promotorias de Justiça nas cidades do interior.

Além disso, outros três canais oficiais podem ser procurados: o 190 da Polícia Militar, o 197 da Polícia Civil e o 181 do Disque Denúncia. A orientação é que o denunciante apenas reforce que o foragido consta na lista de procurados do site do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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Quem são os foragidos?

Antônio Joaquim Mendes Gonçalves da Mota (Motinha)

Narcotraficante e o líder principal de uma organização criminosa armada de natureza paramilitar, criada para garantir a sua segurança pessoal, a de sua família e, sobretudo, a do tráfico na região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Escapou de três operações policiais, a última denominada Magnus Dominus, de helicóptero.

Gerson Palermo, 68 anos

Conhecido pelo histórico de crimes ligados ao tráfico de drogas e assalto a bancos, ele ganhou notoriedade ao sequestrar um avião da Vasp em 2000, quando desviou a rota da aeronave para Porecatu (PR), com objetivo de roubar R$ 5,5 milhões em malotes bancários. Pelos crimes, Palermo soma uma condenação de 126 anos de prisão.

Eder de Barros Vieira (Mistério)

Um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital) no estado. Participou do chamado “tribunal do crime” que determinou a morte de Sandro Lucas de Oliveira, o Alemaozinho, em fevereiro de 2022. Pelo crime foi condenada a 20 anos de reclusão em regime fechado.

Cleber Laureano Rodrigues Medeiros (Tubarão ou Dr. PCC)

Também integrante do PCC, ele é um dos envolvidos nas mortes de Marcelo dos Santos Vieira e Thiago Brumatti Palermo, encontrados dentro de um Ford Fiesta carbonizado, em uma estrada próxima ao bairro São Conrado, em Campo Grande. O crime aconteceu em 2023.

Ricardo de Souza (também conhecido como Luís Carlos dos Santos)

Foi condenado em 2017 à pena de 4 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão em regime fechado, além de 980 dias-multa, em processo derivado da Operação Ictus. Ricardo usava nome falso e responde por crimes que revelam sua participação em esquemas estruturados para ocultar valores ilícitos, como organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Osmar Pereira da Silva (Branco)

Osmar esponde por roubo qualificado, furto qualificado, receptação e participação em organização criminosa. O grupo é especializado em grandes roubos, incluindo assaltos a residências, cargas e instituições financeiras, além da encomenda de fuzis para executar as empreitadas criminosas. Pelos crimes, soma uma condenação de 74 anos de prisão, com previsão de cumprimento final só em 2041.

Phillypi Junior Nunes Matos

Condenado por tráfico de drogas e posse de armas de uso restrito. Foi preso após transportar 417 quilos de pasta base de cocaína e três fuzis em uma aeronave, em Itaquiraí, em maio de 2022. A pena é de 10 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado.

Ronaldo Gonçalves Martinez, (R7)

Foi condenado a 15 anos de reclusão por homicídio qualificado por motivo torpe e corrupção de menores. Consta no processo que ele matou Alexandre Torraca para vingar agressões cometidas contra sua irmã.

Mas além disso, R7 cumpriu pena por outros dois homicídios, porte de arma, e ainda responde a processo por tráfico. Também é alvo de mandado de prisão expedido no âmbito da Operação Blindspot, do Gaeco, que investiga o vazamento de dados sigilosos por um policial penal ao PCC, em um esquema estruturado de tráfico de drogas comandando de dentro do cárcere.

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