Cuiabá e Várzea Grande têm quase 2 mil pessoas em áreas de risco
Relatório aponta moradores expostos a deslizamentos, enxurradas e inundações; Barra do Garças lidera número de pessoas em áreas vulneráveis.
Em Cuiabá e Várzea Grande, 1.950 pessoas estão em áreas de risco de deslizamentos de terra, enxurradas e inundações, especialmente em períodos de chuvas intensas. Os dados são de um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), com informações do Indicador de Capacidade Municipal (ICM).
De acordo com o documento, 970 pessoas vivem em áreas mapeadas como de risco em Cuiabá, enquanto Várzea Grande concentra 980 moradores nessas condições.

As duas cidades estão entre os 40 municípios mato-grossenses classificados como suscetíveis aos impactos do aumento do volume de chuvas. O levantamento considera áreas identificadas por estudos técnicos como mais vulneráveis a fenômenos naturais, incluindo regiões próximas a cursos d’água, encostas ou locais que podem alagar.
A classificação leva em conta fatores como relevo, ocupação urbana e histórico de ocorrências relacionadas a chuvas intensas. Veja o mapa interativo:
Municípios Suscetíveis a Desastres Geo-hidrológicos
TCE-MT | Nota Recomendatória 01/2025Destaque negativo
Entre os municípios com maior número de moradores em áreas de risco está Barra do Garças (MT), que lidera o levantamento com 2.732 pessoas vivendo em locais suscetíveis a deslizamentos e enxurradas.

O número é significativamente superior ao registrado em outras cidades do estado e indica maior exposição da população a possíveis ocorrências em períodos de chuvas mais intensas.
Outros municípios também apresentam registros de moradores em áreas classificadas como vulneráveis, como Paranatinga (MT), com 680 pessoas, e Santo Antônio de Leverger (MT), com 320 moradores nessas condições.
Chuva na capital
A capital bateu recorde no volume de chuvas durante o mês de fevereiro de 2026, com acumulado de 274,4 milímetros de precipitação, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O cenário é o oposto do observado nos últimos dois anos, quando fevereiro registrou volume abaixo da média para o período.
Com as enxurradas, a região metropolitana se viu diante de um cenário de ruas alagadas, quedas de árvores e até mesmo “rios de lama”, em decorrência das obras do BRT e do Complexo do Leblon.
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