Pelo 2º dia, Campo Grande acorda sem ônibus nas ruas
Quem depende do serviço público, precisa encarar preços exorbitantes em aplicativos ou contar com carona de amigos
A greve dos motoristas de transporte coletivo continua nesta terça-feira (16) e pelo 2º dia consecutivo, Campo Grande amanhece sem ônibus nas ruas. A decisão por manter a paralisação impacta mais de 100 mil pessoas na capital. Quem depende do serviço público, precisa encarar preços exorbitantes em aplicativos ou contar com carona de amigos e familiares.

Nos terminais da cidade, o clima é de cidade vazia. O movimento habitual de todas as manhãs foi substituído por portões fechados.
Nesta terça-feira ninguém foi pego de surpresa pela paralisação e o jeito, foi procurar meios alternativos de ir para o trabalho. Aqueles que não conseguiram carona, se depararam com preços bem mais altos que o normal, consequência da grande procura pelos carros de aplicativo e da chuva volumosa que cai na capital desde a madrugada.
A Justiça do Trabalho já determinou em liminar que 70% dos motoristas de ônibus em Campo Grande trabalhem durante a greve, mas a categoria decidiu continuar de braços cruzados, mesmo com pagamento de multa, até que os salários atrasados sejam depositados em conta pelo Consórcio Guaicurus.
Na tentativa de resolver a situação, a Justiça do Trabalho agendou audiência de conciliação entre a categoria e o Consórcio. O encontrou deve acontecer às 15h45, na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.
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Entenda a situação
A decisão pela greve foi tomada após atrasos no pagamento de parte dos salários de novembro e de dezembro. Os profissionais do transporte público também cobram o pagamento do 13º salário, com data limite marcada para o próximo dia 20.
Segundo o Consórcio, atraso e o pagamento parcial não decorrem de má gestão, mas sim da inadimplência reiterada do Município de Campo Grande no repasse do subsídio financeiro contratualmente instituído no quarto termo aditivo previsto.
Já a prefeitura nega qualquer atraso e reforça o repasse de adiantamentos para evitar a greve.
“A Prefeitura de Campo Grande informa que todos os repasses legais referentes à subvenção municipal estão em dia, incluindo a antecipação integral do valor correspondente ao mês de novembro. Sendo assim, não há débito com o Consórcio Guaicurus”.
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