Sem ônibus, desavisados vão para o trabalho de táxi, carona e a pé
Motoristas de ônibus cruzaram os braços, nesta quarta-feira, em busca de melhorias para a categoria, como aumento salarial
Mesmo com o aviso de paralisação divulgado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande, na tarde de terça-feira (18), muitos estudantes e trabalhadores foram pegos de surpresa com terminais fechados, sem ônibus circulando, nesta quarta-feira (18). Quem tinha horário para chegar ao serviço, teve que buscar alternativas de deslocamento.

Táxi, carros de aplicativo, carona amiga e até a pé. Muita gente precisou improvisar. “Não tem outro jeito, vou ter que ir a pé. Na hora de voltar, caso não esteja normalizado, vou ter que volta a pé também”, afirmou o vendedor Helton Carlos, de 54 anos.
Acadêmica da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), a estudante Giovana Flores Falcão está de férias da faculdade, mas não do estágio. A jovem se surpreendeu com o Terminal Morenão fechado.

“Eu fiquei meio desesperada, venho todos os dias pegar ônibus aqui e nem sabia da greve. Eu até me perguntei, ‘como vou fazer para chegar no estágio?’. Provavelmente vou ter que chamar um carro de aplicativo, porque é um pouco longe para ir a pé e eu tenho horário para chegar”.
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A trabalhadora Amanda Oliveira também saiu de casa esperando contar com o transporte público para chegar ao trabalho. Depois de muito tempo esperando em ponto de ônibus na avenida Eduardo Elias Zahran, ela perderá o dia de trabalho.
“Estou aqui esperando ônibus há mais de meia hora, nenhum passou. Estava indo para o Carandá Bosque, mas vou voltar para casa. É difícil, porque a gente tem responsabilidades e perde trabalho”.
Tudo trancado

No Terminal Bandeirantes, região sul da capital, e no Terminal Morenão, no Jardim Paulista, nem as grades de proteção foram retiradas. Outros terminais da cidade também amanheceram vazios.
De acordo com o presidente do sindicato, Demetrio Ferreira de Freitas, nenhum coletivo saiu das garagens, nesta quarta. Cerca de 1,5 mil trabalhadores do setor aderiram a paralisação.
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