Boca da Onça seca mais uma vez: estiagem transforma maior cachoeira de MS

Apesar da seca, visitação continua aberta no atrativo turístico de Bodoquena

A estiagem, mais uma vez, mudou a paisagem na icônica Boca da Onça, a maior cachoeira de Mato Grosso do Sul, com 156 metros de altura, localizada em Bodoquena.

boca da onça
Antes e depois da cachoeira Boca da Onça, durante a estiagem de 2022. (Foto: Divulgação/Arquivo)

O curso da água está seco desde meados de agosto, conforme o gerente geral do atrativo, Luis Henrique Soares de Melo. Apesar de preocupante, o fenômeno já se tornou comum nesta época do ano, período em que não chove na região.

“Mas se chover nos próximos dias, a água já deve voltar”, afirma Luis Henrique Soares de Melo.

Luis detalha que, apesar da seca na cachoeira, a visitação ao local segue normalmente. A trilha que leva à Boca da Onça tem 4 km e oferece uma série de outros pontos de parada para banhos naturais, além do principal atrativo do percurso — que está temporariamente seco.

No ano de 2022, especialistas apontaram que um dos motivos para a seca severa da cachoeira foi o fenômeno La Niña. Ele é marcado pelo resfriamento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, o que afeta o clima em várias regiões do planeta. Entre os efeitos está a estiagem.

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Comentários (1)

  • Brígida Silva

    Buaaaá , infelizmente o preço a ser pago, é muito degradante, espero que chova mesmo para restaurar algo que não deveria estar nessa situação